Declarações
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Carlo de Gavardo (CHI-KTM, 5º)
“Perdi um pouco de tempo no controlo de passagem ao km 55, fiz um quilómetro a mais e foi obrigado a retroceder caminho para não apanhar uma penalização. A moto trabalhou bem até 100km antes da chegada, quando o meu alarme de velocidade ficou mudo e só a luz estava a funcionar. Tenho que ter ainda mais cuidado com a minha velocidade para evitar as penalizações. à saÃda de Marrocos, os tempos dos melhores estão próximos da classificação geral. Na Mauritânia vai ser preciso estar muito atento porque a navegação vai ser ainda mais importante.â€
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Ruben Faria (POR - KTM – 4º)
“Eu sabia que ia correr bem. Ultrapassei rapidamente os concorrentes que iam à minha frente mas não estava à espera de acabar entre os cinco primeiros. Na verdade, eu queria apenas defender-me, sem correr demasiados riscos nesta pista estafante, e familiarizar-me verdadeiramente com a navegação antes de atacar as grandes etapas da Mauritânia. Por isso, estou super contente. De facto, desde o primeiro dia que as coisas me correm bem.
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Isidre Esteve Pujol (Esp – KTM – 3º)
“Ontem, no briefing, tinham-nos dito que este não ia ser um dia de navegação. E foi verdade. A pista era magnÃfica, técnica, com muita pilotagem. Tirei bastante prazer da moto porque o traçado era diferente dos anos anteriores e tinha muito menos buracos e pedras do que aquilo que é hábito. Foi muito agradável. Havia alguma poeira mas não me incomodou porque estava entre os primeiros. Andei bem e estou contente de ter obtido este resultado antes de entrar na Mauritânia, onde a corrida pode mudar consideravelmenteâ€.
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Cyril Despres (Fra – KTM – 1º)
“Foi um bom dia, com muito prazer na pilotagem, com grandes curvas rápidas, passagens estafantes e um pouco técnicas, foi muito agradável. E quando temos prazer na condução é sempre melhor. Mesmo quando se anuncia uma etapa sem navegação, é sempre difÃcil para os motards porque não temos co-piloto. Houve dois ou três sÃtios crÃticos onde os pilotos do comando tiveram que perder algum tempo, mas não muito. As diferenças não são muito grandes, Isidre saiu-se muito bem a abrir a pista e eu consegui, mesmo assim, voltar a apanhá-lo a ele e a Coma e estou, por isso mesmo, satisfeito. Foi uma bela jornada, com muito prazer e, ao final, consegui recuperar alguns minutos e ganhei a etapa. O conjunto é positivo. A única coisa negativa foi que se estragou o meu alarme de velocidade o que prova que se os homens falham, as máquinas também.
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Marc Coma (Esp – KTM – 2º)
“No inÃcio da especial havia muita poeira, pouca navegação, era uma pista muito rápida com algumas armadilhas mas, mesmo assim, gostei imenso. À partida tÃnhamos o sol pela frente, o que é sempre muito desgastante porque exige uma concentração máxima e contÃnua, mas depois melhorou e consegui atacar. Enfim, o essencial é que estamos em Tan Tan, ou seja à saÃda de Marrocos, e ainda estamos bem frescos. Nada de quedas, que aqui são, muitas vezes, fatÃdicas. A moto está perfeita e até agora ainda não tivemos nenhum problema de maior, apesar das duas etapas com bastantes pedras. Agora, vamos iniciar o verdadeiro rali com a entrada na Mauritânia.†É aà que se vai jogar a corrida.â€
