Declarações
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Marc Coma (KTM - Repsol, 2º)
"No inÃcio da etapa apanhámos com o sol de frente e havia muitas pedras e, por isso, estava bastante tenso. Passámos por algumas dunas com muita gente. Depois foi a navegação e consegui acelerar lá mais para o final. Está tudo a correr bem, estou contente mas não quero demasiada importância ao que se está a passar. É verdade que só agora é que a corrida começou. É preciso prudência. E eu sempre disse que é o último dia que conta verdadeiramente.
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Cyril DEspres (FRA – KTM, 4º)
“Hoje foi um dia menos confuso para mim. Não tive dificuldades com a navegação e é sempre agradável estar no caminho certo. Afastei-me um pouco, mas foi quase nada. Depois, enquanto estive à frente foi duro abrir a pista e por isso abrandei um pouco o ritmo. Fizemos pequenas reparações no alarme de velocidade, que não parava de tocar e que agora está a funcionar melhor. À parte esta pequena questão, foi um bom dia. Depois de três etapas não muito simples, foi o tempo de nos adaptarmos à situação e aos novos regulamentos, a corrida está verdadeiramente lançada.
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Carlo de Gavardo (Chi – KTM, 3º)
“Estive bastante melhor que ontem. Hoje tive prazer em conduzir. A etapa era menos perigosa, não cometi erros e a moto é perfeita. Passei muito bem as primeiras dunas. Mas estas não têm nada a ver com as da Mauritânia. Foi um bom treino e permitiu consolidar a confiança para os próximos dias.â€
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David Casteu (FRA-KTM, 5º)
« Parti da 17ª posição, havia muita poeira e os primeiros quilómetros eram verdadeiramente perigosos. Apanhei alguns buracos. Depois do abastecimento ultrapassei David (Frétigné) e Giovanni (Sala) duma só vez. Passei quase o dia todo à frente, a fazer sozinho a minha navegação. Em Ãfrica estamos no terreno que nos convém: Isidre, Cyril e eu somos ex-trialistas, somos pilotos técnicos. Para mim, estar entre os cinco melhores da especial e da geral é fabuloso. Sabem, quando era miúdo ficava maravilhado a ver o Dakar na televisão.â€
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Isidre Esteve Pujol (ESP – KTM, 1º)
“Foi um bom dia. É verdade que, desde o inÃcio do rally, isto não está a correr mal, apesar da poeira, que faz de cada ultrapassagem uma manobra delicada. Ainda hoje, havia muita poeira e por várias vezes tive que sair da pista para conseguir ultrapassar. Mas depois de ter passado Frétigné e Ullevalseter, pude manter um bom ritmo até ao fim. Com esta nova moto, pilotar é verdadeiramente um prazer. Amanhã abro a pista. Deverá ser agradável não ter concorrentes à minha frente mesmo que seja, seguramente, mais difÃcil ir a abrir o caminho aos outros. Mas se quiser ganhar o rally, preciso de resistir à queles que vêm no meu encalço. Ainda falta muito tempo para chegar a Dakar. Há tempo de sobra para pensar nisso. Desde já, a grande satisfação deste rally é o óptimo ambiente com que se trabalha nesta equipaâ€.
