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etapa 14 - sábado 14 de Janeiro de 2006 | Tambacounda > Dakar
  • Ligação 107 km
  • Especial 254 km
  • Ligação 273 km
  • Total  634 km
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Declarações

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David Frétigné (FRA – Yamaha – 1º)

« Parti esta manhã com toda a determinação, queria provar aquilo de que sou capaz depois de todos as percalços que me aconteceram desde Marrocos. Precisava de atacar, de retomar a confiança em mim. Ao fim de três dias, as coisas estão a correr melhor. Hoje fiz as boas escolhas no que diz respeito à navegação, excepto uma vez que segui o mau caminho, mas perdi apenas dois ou três minutos. Era preciso andar a uma boa velocidade, por pouco que ganhe, há-de me ajudar a terminar o Dakar com uma boa classificação. Vou tentar ganhar a especial do Lac Rose e na próxima semana, farei o meu balanço do Dakar 2006 e reflectirei sobre o meu potencial para as corridas que estão para virâ€.
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Marc Coma (ESP – KTM – 2º)

« A navegação, hoje, foi média. Bom, para mim correu bem. Mas era difícil. Creio que, em certos momentos, poderíamos talvez ter tido mais informações no road-book. Mas está feito e faltam-me ainda alguns quilómetros a fazer na praia. É uma etapa importante que deve manter-se dentro da linha de trabalho que a equipa realizou até ao momentoâ€.
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Frans Verhoeven (HOL – Yamaha – 5º)

“Hoje sentia-me bem. Estou muito contente por conseguir um lugar, porque tive imensos problemas neste Dakar! Tive que substituir duas vezes a caixa de velocidades. Vim para ficar entre os dez primeiros. Hoje, como estava bem do ponto de vista físico, decidi atacar e tive sorte. Toda a gente se perdeu. Eu também. Nesse momento estava com o Cyril (Despres). Então, optei por correr o risco e parti sozinho. E correu bem!â€
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Gerard Farres Guell (ESP – YAMAHA – 3º)

“Estou contente de estar no pódio duma etapa, é claro. É bom para a equipa da Yamaha España. Isso dá me prazer, também. Na verdade, foi conquistada ontem. Perdi duas horas para chegar a Tambacounda porque fiquei sem gasolina a 60 quilómetros da chegada. Depois saí mais tarde e isso permitiu-me, a dada altura, ver Despres, Sala e os outros a voltarem para trás porque se tinham enganado. Aproveitei este problema. Mas o meu grande objectivo é terminar este Dakar na minha primeira participaçãoâ€.
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Cyril Despres (FRA – KTM – 43º)

“Voltei a ter uma dia de grande confusão em termos de navegação. A minha mãe ensinou-me a dizer:â€Eu não gosto de couve-florâ€, e não “a couve-flor não prestaâ€. Então, tenho que dizer que não gosto do road-book. Correu tudo bem até ao CP1, mas a partir daí, segui pela pista errada à saída de uma aldeia e fiz dez quilómetros antes de me dar conta disso. Deveria ter feito meia-volta para regressar ao bom caminho mas preferi cortar por fora de pista para não perder ainda mais tempo. Não tenho nada contra uma navegação árdua mas hoje foi bem perigoso: havia concorrentes a andar em todos os sentidos e, no meio da poeira, quase que bati duas vezes em pilotos que vinham em sentido contrário. É pena, porque esta especial era magnífica. Enfim, esqueci-me de tudo isto no momento da homenagem ao Fabrizio Meoni. É verdadeiramente magnífico aquilo que a associação que ele criou está a fazer aqui.â€