Declarações
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Giovanni Sala (ITA – KTM – 1º)
«Estou muito contente com esta vitória. A especial de hoje era muito rápida e particularmente perigosa, com bastantes buracos, e por isso tentei não correr muitos riscos. Depois, a entrada na montanha parecia realmente um percurso de enduro. E aÃ, eu defendo-me (risos). Quando cheguei ao abastecimento vi que o Chris Blais já lá estava e isso inquietou-me um pouco. Depois ataquei a toda a força no final da especial para proteger o meu terceiro lugar na classificação geralâ€.
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Alain Duclos (FRA – KTM – 3º)
“Eu estava a observar Rodrigues para o manter à distância na classificação das 450. Era o objectivo da minha etapa. Ele partiu antes de mim e eu tive que acelerar e acelerar. No final do dia aumentei, em dois minutos, a minha vantagem sobre ele. Foi bom, mas ainda não é muito confortável.
De resto, estou surpreendido com o meu 3º lugar. Não gostei da etapa de hoje, um terreno do tipo de trial. Com uma moto muito grande não é lá muito agradável. Passei um mau bocado e não tenho a impressão de ter andado muito depressa. Mas, aparentemente, também não foi melhor para os outros. Melhor assim!â€
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Marc Coma (ESP – KTM – 4º)
«Gostei desta etapa. Bonita, mas técnica. Tive apenas um problema no km 260 da especial quando uma pedra partiu parte do guarda-lamas. Foi uma etapa sem grandes dificuldades de navegação. Estou contente. Não aconteceu nada, entretanto. Vou lidando com os problemas, um a um. Por exemplo, sei que a etapa de amanhã não vai ter nada de simples. O importante num rali-raide como o Dakar é que é preciso lutar todos os dias, a todos os nÃveis. É preciso fazer tudo para nos mantermos concentrados e controlar as emoções.â€
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Jonah Street (USA – KTM – reclassificado 2º)
« Foi um belo dia para mim, numa especial ainda mais rápida do que a de ontem, mas mais sinuosa e, por isso, mais perigosa. Parei quando vi o Jean de Azevedo no chão. Fiquei ao pé dele cerca de 5 minutos. Com excepção de um pequeno erro, fiz uma navegação quase perfeita. È curioso, estou a melhorar de dia para dia. Era preciso que o rali durasse mais uma semana para que eu tivesse uma oportunidade de ficar entre os 10 primeiros (está em 18º da classificação geral)â€.
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Cyril Despres (FRA – KTM – 2º)
“Foi uma bela etapa, a saÃda da Guiné, rápida, sinuosa. Mas era preciso muita prudência nos primeiros 40 quilómetros, porque havia muita gente à beira das pistas de leterite. Não quis atacar. Depois, durante 120 quilómetros, rodámos em pistas semi-enduro, semi-trial, e apesar de todo nosso material, foram troços agradáveis de fazer. Estive todo o dia à frente de Marc Coma que se deixou ir no meu rasto de poeira. Só tive um pequeno problema, o meu pé esquerdo ficou preso num rodado e torceu. Mas tenho a sorte de ter boas protecções. A minha bota tem o meu pé bem aferrolhado.â€
