Declarações
moto
Jean de Azevedo (BRA – KTM – 4º)
“Até ao km 173, foi muito sinuoso, muito técnico mas, depois, foi ao contrário, sempre a andar apesar da poeira. Depois do CP1, apanhei o Street mas não consegui ultrapassá-lo por causa do pó. Mesmo assim, gostei imenso. É o tipo de especial que me convém porque é parecida com as que eu conheço no Brasilâ€.
moto
Marc Coma (ESP – KTM – 2º)
“Hoje havia muita poeira e as estradas são muito parecidas com as do Mali. Tinham anunciado um revestimento em alcatrão, mas a estrada estava um pouco em mau estado, com muitos buracos e, por isso, era perigosa. Rodei a um bom ritmo, sem atacar. É bom para mim em termos de classificação geral. Hoje à noite tenho apenas que verificar algumas pequenas coisas, nada de especial.â€
moto
Chris Blais (USA – KTM – 3º)
“Andei ao meu ritmo, sem correr riscos. Mas caà duas vezes, o que raramente me acontece. A primeira, foi uma queda ligeira, a pequena velocidade, no inicio da especial. A segunda foi depois de um ponto de abastecimento num troço bastante largo: passei ao longo de um estaleiro, havia água no meio da estrada, ia a 60 km/h e escorreguei para o lado. Sem consequências, não estou ferido, apenas algumas arranhadelas na moto. Estou em 4º lugar na classificação geral. Se eu conseguir terminar no pódio, em Dakar, seria fantástico.â€
moto
Jonah Sreet (USA – PAI Rally Pan America – 5º)
“Foi uma bela jornada, depois do meu terceiro lugar em Bamako. Sinto-me bem neste género de estrada, com poeira e buracos. Mas a minha moto não se compara à dos lÃderes da corrida. Quando Marc Coma me ultrapassou não consegui acompanhá-lo. Esta noite, estou entre os 20 melhores. É bom mas está longe do meu objectivo inicial. Pensava conseguir figurar no top 10 mas cometi muitos erros em Marrocos, falhei Way Points na Mauritânia e, sobretudo, as primeiras especiais foram muito rápidas e não posso rivalizar em velocidade pura.â€
moto
Cyril Despres (FRA – KTM – 1º)
« Uma belÃssima etapa. Parecia que estávamos no Tour de France. Na ligação ultrapassei um carro e passei por milhares de pessoas. Que paÃs lindo. A etapa tinha uma série de pequenas armadilhas com muitas árvores e ramos caÃdos no solo. Houve alguns charcos, mas nada de especial, o suficiente para refrescar os pés. Depois de 870 quilómetros a mosto está bem. Não há grande coisas a fazer.
Sei que o tempo perdido dificilmente se recupera mas, estar em 2º no Dakar, quando deveria estar em casa a recuperar duma tendinite no pulso e de uma luxação, não é nada mau.â€
