Declarações
camião
Firdaus Kabirov (RUS – Kamaz – 2º)
“Não é a primeira vez que vivo uma etapa como esta. A areia, já conheço, e ultrapassei as dunas de hoje sem dificuldade. Mas tive que andar devagar durante algum tempo porque, desde que tive um acidente há cinco meses, sofro das vértebras e também porque tive problemas com a caixa de velocidades. Tive que parar 30 minutos para ver o que se estava a passar.â€
camião
André de Azevedo (BRE – Tatra – 3º)
“Era a primeira vez que o meu navegador, Michael, fazeia uma etapa de deserto. Hesitámos um pouco no inÃcio mas depois adaptámo-nos nuito bem. Colaborámos bem, os dois, porque fiz dez Dakar em moto na época em que não havia GPS. Isso ajudou-nos a ter confiança. Sobre certas dunas que eram difÃceis, Ãamos um pouco mais devagar para escolher a passagem certa. Ficámos enterrados só uma vez. Esvaziei um pouco os pneus, pus marcha atrás e saÃmos logo. Perdemos apenas 10 minutos. Estou contente com o resultado porque era uma etapa fatigante, nove horas de camião. Estou inquieto por fazer a segunda parte da prova na savana, que é um terreno que domino melhor porque me treino em locais semelhantes no Brasil.â€
