retour_racine
etapa 5 - quarta-feira 4 de Janeiro de 2006 | Ouarzazate > Tan Tan
  • Ligação 187 km
  • Especial 350 km
  • Ligação 282 km
  • Total  819 km
retour_boutique

Declarações

camião

Vladimir Tchaguine (RUS – Kamaz – 1º)

« Foi um bom dia para nós, tal como ontem, mas cada nova etapa é mais do tipo Dakar, ou seja, cada vez mais difícil. Durante os primeiros 200 quilómetros, tivemos uma boa competição com Hans Stacey, ultrapassando-nos à vez. Depois, subitamente, deixei de o ver e, no final, ele perdeu 30 minutos. Acho que ele fez um erro da navegação. Pelo nosso lado, o final da etapa foi verdadeiramente difícil porque estamos muito cansados. As três próximas etapas vão se muito duras. Toda a gente deve estar a contar as etapas até Nouakchott. É verdade que não costuma haver uma diferença destas na classificação geral depois de apenas cinco etapas. E por isso começámos a gerir um pouco o nosso esforço, sobretudo nas partes mais desgastantes para preservar o camião. Mesmo assim, mantivemos um bom ritmo porque o rali ainda é longo e ainda podemos perder tudo.â€
camião

Hans Stacey (HOL – MAN – 4º)

« Hoje vivemos uma jornada muito difícil. No entanto tudo começou bem e lutámos com Tchaguine até ao CP2. E, de repente, toda a consola da navegação desligou-se e pouco depois perdemo-nos. Não demorámos muito tempo a encontrar a pista mas depois ficámos bloqueados atrás de um motard durante mais de 60 km. Tentámos tudo, o sentinel, a buzina , mas ele recusou-se a deixar-nos passar. E depois, de repente, el caiu por causa de uma pedra. Travei a fundo para não passar por cima dele e posso dizer que lhe fizemos uma razia. Foi um milagre não o ter atropelado. Enfim, globalmente não foi um dia assim tão mau porque comprovámos que o nosso MAN pode rivalizar com os Kamaz.â€
camião

Karel Loprais (RTC – Tatra – 3º)

“Poeira, poeira e mais poeira, eis o resumo da etapa. Nestas condições, é extremamente difícil ultrapassar, sobretudo os motards que não se afastam nem um bocadinho. Mas eu compreendo: eles estão verdadeiramente esgotados e afastarem-se constitui um esforço suplementar porque perdem o ritmo e correm mais riscos. Por outro lado, com toda esta poeira, não vimos uma grande elevação, o camião deu um salto enorme antes de voltar a cair bruscamente no chão, o que não é nada bom. O choque foi tremendo, quer para as pessoas, quer para o material. Mas não aconteceu nada de grave. E finalmente não foi um dia assim tão mau. Quanto ao resto, a corrida ainda é longa e será dura até ao fim porque o ritmo é, mesmo assim, muito elevado.