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etapa 10 - terça-feira 10 de Janeiro de 2006 | Kiffa > Kayes
  • Ligação  1 km
  • Especial 283 km
  • Ligação  49 km
  • Total  333 km
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Declarações

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Carlos Sainz (ESP – VW – 1º)

«Depois de três difíceis foi bom voltar a entrar em cena. E depois, é sempre bom ganhar uma vitória de etapa. Mas, sobretudo, estou contente por poder oferecer este presente aos meus mecânicos, que ontem fizeram um trabalho excepcional para conseguir pôr o carro em condições de correr, depois dos problemas no motor. No que diz respeito à corrida propriamente dita, havia um pouco de poeira na estrada, mas nada de inultrapassável, deu-nos bastante prazerâ€.
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Stéphane Peterhansel (FRA – Mitsubishi – 3º)

“Entrámos em pistas pedregosas e sinuosas, ladeadas de árvores. Francamente, era muito fácil cometer erros. Se somos prudentes, tudo corre bem, mas desde que se passe ao ataque, correm-se grandes riscos. O acidente de Luc (Alphand) é a prova disso, poderia ter acontecido a qualquer um. Em todo o caso, vai me permitir respirar um pouco porque, até agora, a batalha estava cerrada entre nós. No entanto, não aconteceu nada. Mesmo assim, não gostaria de estar sozinho à frente, porque se tivesse um problema, não haveria nenhum Mitsubishi atrás de mim. Mas não acredito que as posições sejam fixas. Luc vai defender vigorosamente o seu lugar e seria óptimo se Nani subisse ao pódio em Dakar. Mesmo assim, vai ser preciso atacar até ao último minuto para conseguirmos conservar os nossos lugares na classificação geralâ€.
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Mark Miller (USA – VW – 4º)

“Foi uma etapa com muitas armadilhas e apanhámos um grande susto, ao cortar uma curva, porque fizemos uma razia a uma árvore que arrancou o nosso retrovisor direito. Depois, parei para ajudar Giniel (Villiers) quando teve problemas eléctricos, mas isso não nos fez perder muito tempo. Em contrapartida, a navegação foi muito complicada e havia grandes pedras na pista que não foram nada meigas com o carro. Enfim, o resultado está à vista e sobretudo tivemos imenso prazer e foi, por isso, uma bela etapa.â€
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Luc Alphand (FRA – Mitsubishi – 15º)

“O objectivo era tentar ganhar tempo a Stéphane e provar-lhe que conseguíamos acompanhar o seu ritmo. Não tinha outra solução senão correr alguns riscos, atacar, andar depressa. Não foi um grande impacto, batemos numa pequena árvore, mas estou contente porque conseguimos limitar a nossa diferença na classificação geral. A vitória final, acabou-se. Agora é preciso manter o 2º lugar. Não estou zangado, mas decepcionado. Pelo menos, tentei. Fiz asneira, assumo. Mas não é por isto que o mundo acaba, sobretudo quando vemos aquilo que aconteceu ontemâ€.
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Nani Roma (ESP – Mitsubishi – 2º)

“Fiz uma boa especial. Mudámos de ritmo quando deixámos as dunas para entrar num terreno mais rápido. Diverti-me bastante. O meu objectivo continua a ser acabar no pódio da classificação geral, apesar deste ser o meu 2º Dakar como piloto de carro e de a concorrência ser aguerrida. É preciso que eu continue a rodar ao meu ritmo sem esquecer os meus próprios limites. Enquanto antigo motard, estou triste pelo que aconteceu ontem. Não conhecia bem o Andy mas sei que o manager da KTM tinha-lhe telefonado quatro ou cinco vezes e que, inicialmente, ele não queria vir ao Dakar. Finalmente, deixou-se convencer. É triste para a sua famíliaâ€.
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Benoit Rousselot (FRA – Toyota – 1º produção)

« Foi duro. Na noite passada não dormi porque chegámos às 8h00 da manhã ao acampamento. Tínhamos partido uma peça do motor antes da especial. Tivemos que esperar pelo nosso camião de assistência durante seis horas. E quando ele chegou demorámos 10 minutos a fazer o arranjo. Estou decepcionado porque todo o trabalho de uma semana se perdeu numa só etapa. Ainda por cima foi uma peça que nunca se estraga. Agora, mesmo que ganhássemos todas as etapas, a corrida está perdida para nósâ€.
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Jean-Jacques Ratet (Fra – Toyota – 1º da classificação geral, Produção)

“Está tudo a correr às mil maravilhas no que diz respeito aos nossos objectivos e ao carro, apesar de termos tido alguns problemas, como toda a gente. O nosso avanço no comando é agora de duas horas e vinte minutos, o que nos permite rodar serenamente. É evidente que, vamos seguir de perto a corrida do nosso mais próximo adversário, Jean-Pierre Strugo, porque temos mais a perder do que a ganhar. Vamos focar a nossa atenção na preservação mecânica do carro e não queremos correr riscos. Pouco importa o nosso lugar na classificação geral do Dakar, a única coisa que conta é não perdermos a o comando na categoria de Produçãoâ€.